Publicado em
Linux
Para além de proporcionar todas as funcionalidades básicas necessárias para a efetiva utilização do hardware que compõem o computador, o sistema operativo pode ter como propósito determinar como que o utilizador terá acesso as funcionalidades da máquina. A este meio de acessar as funcionalidades chamamos "Interface" (entre faces, no caso entre as nossas faces e a face da máquina).
Tenho estudado bastante a evolução desta interface ao longo de toda a minha carreira. Desde os acessos mais básicos e estranhos como foram os acessos através dos cartões perfurados (http://en.wikipedia.org/wiki/Punched_card) até as comunicações orgânicas conhecidas como BCI (http://en.wikipedia.org/wiki/Brain-computer_interface) a qual inclusive me serviu de inspiração para a escrita de um livro.
Um dos faces mais visíveis, e por isto reconhecíveis, da evolução destas comunicação se passa ao nível daquilo a que chamamos GUI, ou Graphic User Interface (Interface gráfica do utilizador) que por si só já tem uma história para se contar. E que em parte já foi contada nesta interessante entrada no blog “Webdesigner Depot”, onde é feita uma rápida passagem pela evolução da GUI entre 1981 até aos nossos dias. Vale a pena conferir em http://www.webdesignerdepot.com/2009/03/operating-system-interface-design-between-1981-2009/.
Ultimamente tenho utilizado quase que exclusivamente o Linux como sistema operativo em minha máquina particular e é interessante notar que neste artigo os últimos exemplos de GUI sejam exatamente as últimas versões das duas principais GUIs feitas pela comunidade Open Source para este excecional sistema operativo gratuito. Fica aqui um exemplo da metáfora de minha mesa de trabalho (desktop do Gnome no Fedora que utilizo).

No exemplo alguns dos programas em que tenho trabalhado mais.




