Linux

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Instalamos, configuramos e fazemos a manutenção de servidores Linux com serviços WEB, Mail com antispam e antivirus, Firewall, DHCP, partilha de ficheiros, etc.

O que são as distribuições do Linux?

Quando Linus Torvalds começou o desenvolvimento do Linux em Agosto de 1991, o sistema operativo era somente o seu núcleo (kernel) a algumas ferramentas GNU anteriormente desenvolvidas para o UNIX. Com a ajuda de outros, incluindo empresas, Linus foi incluindo mais e mais ferramentas e aplicações.

Com o tempo, universidades, estudantes e empresas começaram a distribuir o Linux com suas próprias ferramentas e aplicações predilectas, mas sempre a volta do núcleo do Linus. Foi aqui que o conceito de distribuição nasceu.

Hoje, a criação e a venda de distribuições de Linux é um negócio multi-milionário. Podem ser compradas caixas de diversas versões do Linux tais como Red Hat, SuSE (hoje da Novell), Mandrake, Caixamágica (a mais mediática distribuição portuguesa), entre outras. Pode ainda ser feito download de diversas distribuições, existindo uma para cada tipo de aplicação. Existem distribuições de todo o tipo e para praticamente todo o tipo de necessidade. Existem versões de Linux que servem de firewall, que carrega todo o sistema operativo a partir de uma disquete ou CD-ROM ou ainda podem ser utilizadas em “set-top boxes” para Tvs.

O que é Linux?

O Linux é um sistema operativo tipo UNIX, originalmente criado por Linus Torvalds com a assistência de diversos desenvolvedores no mundo todo. Ele foi desenvolvido sob a GNU General Public License e o código fonte do Linux está disponível para todos livremente. O que proporciona que qualquer entidade que deseje possa fazer o seu próprio Linux gratuitamente sem ter que depender que uma outra empresa o faça e que cobre por isso, desde que sejam respeitados os tais limites impostos pelas patentes.

De quem é o Linux?

De todos nós. Meu, seu, de sua instituição de ensino.

O Linux é difícil de ser utilizado?

Absolutamente não.

A administração e configuração do Linux é extremamente simplificada pelo facto de que todos os parâmetros genéricos de configuração são colocados em simples ficheiros de texto acessíveis, pelos administradores do sistema, através de qualquer editor de textos e não somente pelo antipático “ vi “.

Hoje já existem diversas ferramentas de manutenção, administração e configuração do sistema operativo Linux que nos permitem, através de uma interface gráfica ou de “janelas”, parametrizar completamente o sistema. Algumas operações são mais facilmente realizadas através da “linha de comando” e sendo isso preferido pelos técnicos, mas isso não é obrigatório para os de menores conhecimentos técnicos.

Iríamos mais além: existem determinadas ferramentas de configuração de serviços do Linux que são mesmo muito mais fáceis e intuitivas de utilizar, do que as que hoje existem em qualquer outro sistema operativo. É importante notar que existem neste momento milhares de pessoas ao redor do mundo trabalhando no desenvolvimento do Linux e criando facilidades para a sua manutenção e configuração, e não somente algumas centenas de pessoas ligadas a apenas uma empresa no desenvolvimento de um único sistema operativo proprietário.

A essência da força intrínseca do Linux, que faz com que ele ocupe sua inexorável parcela no mercado cada vez com maior velocidade, intensidade e dimensão, está exactamente no facto de que ele é nosso, meu e seu, e de que o enriquecimento proveniente da utilização em larga escala deste sistema operativo também é nosso, pelos benefícios provenientes disso, e não de uma única pessoa. Isso precisa ser compreendido por todos os utilizadores de computadores.

O Linux é capaz de realizar todas as mais complexas tarefas permitidas a um computador com uma simplicidade desconcertante, pelo facto de que a quase totalidade destas tarefas foram inventadas para serem cumpridas pelo UNIX, “pai” do Linux, não sendo adaptações feitas para acrescentar características a um sistema operativo que nasceu para outro propósito.

Quanto às aplicações feitas para o Linux, elas seguem os padrões definidos industrialmente quanto a interface com o utilizador e, por isso, são tão fáceis de utilizar quanto qualquer outra. A dúvida que temos, normalmente, é se teremos que perder novamente todo aquele tempo que gastamos no início de nossa utilização de computadores, principalmente se tivemos algumas dificuldades, aprendendo os nomes das coisas e onde elas estão. Não! Isso não acontece. Este é um mito criado desde a existência dos primeiros programas de computadores e esta resistência é vencida pelo facto de que, se temos esta preocupação é porque já somos utilizadores. Temos até hábitos. Assim sendo não teremos muitas dificuldades em aprender algumas coisas novas. O essencial está no mesmo sítio, mas existem coisas novas para serem aprendidas (porque é um “processu virtual”), algumas delas até mesmo surpreendentemente úteis e divertidas.

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